A conspiração melancólica, o pessimismo romântico de mal elementos intelectualóides que tomaram a cidade por alguns domingos de 2001.
Em prol do Rock ´n roll e adjacências...
Pedro Leopoldo: Pedro Leopoldo é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2006 era de 63.095 habitantes. Situa-se na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a 46 quilômetros a noroeste da capital mineira, ligando-se a esta através das rodovias estaduais MG-010 e MG-424.
2001:O ano em que as armas chegaram, ou chegariam.
O “Silencio” rondava os postes da única cidade do mundo em que até poste é celebridade. Mickeys assassinados na madrugada de Sete de Setembro. Conhaque presidente e coca-cola. Cuba libre do pobre mal elemento do interior.
Na terra onde o carnaval termina na sexta feira antes do Carnaval, quando se enterra o boi da manta no ribeirão, ribeirão este que viraria mar sob a premunição de Chico Xavier e inundaria a cidade, obrigando seus moradores a botarem seus barcos no portão.
Esta cidade vislumbrou o preanuncio da chegada das armas. Que começou num domingo de 2001, o ano da odisséia no espaço, do fim do mundo, da posse de George W. Bush, do desaparecimento das torres gêmeas, do incêndio do Xuxa Park, da fuga de 106 presos do Crandiru, do lançamento do Harry Potter e do Wikipedia...
O ano em que as armas chegaram, ou chegariam.
comunista desejosa de glamour hollywoodiano. anarquista com apego material a coisas emocionais. plagiadora que exige direitos autorais
domingo, 1 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Par ler escutando "Ballade pour Adeline"...
Devo dormir mais e fumar menos. Menos café. Alongar antes das atividades físicas. Levantar a primeira vez que o despertador toca, sem apertar a opção soneca. Devo, terminar os livros sem começar outro e não me distrair na Internet com atrativos distantes do meu objetivo. Devo beber menos vinho, é saudável, mas caro. Menos cerveja. Menos refrigerante. Devo melhorar o tom em minhas manifestações por que sou muito antipática.
Devo aprender a pensar duas vezes antes de falar, mesmo que isso signifique desaprender o que custei a incorporar em mim. Eu que antes pensava cinco vezes antes de me manifestar e perdia a vez. Devo escutar Beatles de manhã. E Caetano no carro. E olhar para o céu durante à tarde e suspirar pra não perder a tradição de pomba. Devo usar as borrachinhas do aparelho. Todos os dias. Devo sentir vergonha dos meus dentes pretos de cigarro. Minhas unhas amarelas, de cigarro. Meu esmalte descascado. Minhas golas de camisa cortadas. Devo me exercitar pra ficar igual Madonna. Devo ser humilde. Devo ser corajosa. Devo ser sincera. Devo ser forte. Devo o Seven. 240 reais. Devo o cheque especial, 200 reais, da conta ainda universitária. Não devia chorar. Devia ser leve. Devia ser menos ciumenta. Devia ser o que eu era. Ou resgatar a ilusão que eu mesma inventei do que um dia eu já fui e que fez você me amar, os meus amigos me amarem, eu me achar legal. Devo me lembrar onde ponho as chaves e antes de chegar na porta do carro. Devia parecer menos com a minha geração... Não devia me levar a sério e os outros e tudo...hahahahahahahahahahahaha.
Devo aprender a pensar duas vezes antes de falar, mesmo que isso signifique desaprender o que custei a incorporar em mim. Eu que antes pensava cinco vezes antes de me manifestar e perdia a vez. Devo escutar Beatles de manhã. E Caetano no carro. E olhar para o céu durante à tarde e suspirar pra não perder a tradição de pomba. Devo usar as borrachinhas do aparelho. Todos os dias. Devo sentir vergonha dos meus dentes pretos de cigarro. Minhas unhas amarelas, de cigarro. Meu esmalte descascado. Minhas golas de camisa cortadas. Devo me exercitar pra ficar igual Madonna. Devo ser humilde. Devo ser corajosa. Devo ser sincera. Devo ser forte. Devo o Seven. 240 reais. Devo o cheque especial, 200 reais, da conta ainda universitária. Não devia chorar. Devia ser leve. Devia ser menos ciumenta. Devia ser o que eu era. Ou resgatar a ilusão que eu mesma inventei do que um dia eu já fui e que fez você me amar, os meus amigos me amarem, eu me achar legal. Devo me lembrar onde ponho as chaves e antes de chegar na porta do carro. Devia parecer menos com a minha geração... Não devia me levar a sério e os outros e tudo...hahahahahahahahahahahaha.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Protótipo de manifesto. Nome de grupo de teatro belorizontino causa polêmica.
Manifesto 171 ou Crônica Plagicombinada em busca da verdade (?).
Deus morto por Nietzche, solto por Caetano em 1967, o autor morto por Roland Barthes, o compositor por Tom Zé. John Lennon morto por Mark Chapman, que foi criado pela CIA... ?
Que seja. Me disseram. Disse me disse, e agora existe. Borba Gato nunca esteve em Sabará, ou não... Caetano e Gil inventaram o relativismo tupiniquim.
A canção de Foucault: eu falo, eu minto. A teoria de Tom Zé: eu não sei de nada, eu não sei de nada, eu não sei de nada.
Cantemos, oremos, fumemos o fruto proibido da Nicotina adulterada da conspiração mundial aliciada. Fumemos em notas de um dólar, que equivale a nada.
Já me disseram na aula de literatura: só me interessa o que não é meu, lei do antropófago e eticétera.
Agente já apreneu a comer e o poeta carioca diz antes o choque: pra você que não despareceu em 1968 só por que não era nascido.
Nascemos vomitando, lá pelos 1980... Regurgitofagia parece ser uma idéia sem acento que eu gosto de copiar.
A palavra 171, não cabe mais só no código penal:
E não optamos pela tradição. Nem pela revolução. Nem como fenômeno astrológico nem marxista. Nem como fenômeno histórico nacional.
De toda forma, o movimento pós hippie, pós blank generation, futuro do no future, mas que não é nem EMO e nem cosplay (porque afinal de contas temos quase trinta anos). Somos resto de tudo isso, Pollyana pomba de Woodstock histero histriônica que chora excessivamente. Hey ho let´s go. What else should I be? All apologies..., como diria o simplório experiente que usava camisa de flanela e uma bala na cabeça lá pelos 1994.
Somos atores de Teatro, qué os puedo decir... what can I say? Em Belo Horizonte, onde a vanguarda ainda pertence a Lô Borges e companhia (nada contra). Não somos de direita, pode-se conluir.
Art. 171 Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento.
Não. Quem somos nós para querer o prejuízo alheio. Sou apenas um homem de teatro. Louis Jouvet vive em nós e toma chá com Brecht, Raul Seixas e Nossa Senhora.
Se ser marginal era ser herói... Em tempos em que as folhas em branco são folhas escritas recicladas, misturadas e coalhadas. Jorge Mautner dizia:
Ironia
É o cinismo dos sábios
Não tem conteúdo preciso
É preciso realçar a sensualidade geral.
Evoé, Sarava, All you need is love, bem unidos façamos nesta luta (final?) por um mundo sem amos. A internacional.
Deus morto por Nietzche, solto por Caetano em 1967, o autor morto por Roland Barthes, o compositor por Tom Zé. John Lennon morto por Mark Chapman, que foi criado pela CIA... ?
Que seja. Me disseram. Disse me disse, e agora existe. Borba Gato nunca esteve em Sabará, ou não... Caetano e Gil inventaram o relativismo tupiniquim.
A canção de Foucault: eu falo, eu minto. A teoria de Tom Zé: eu não sei de nada, eu não sei de nada, eu não sei de nada.
Cantemos, oremos, fumemos o fruto proibido da Nicotina adulterada da conspiração mundial aliciada. Fumemos em notas de um dólar, que equivale a nada.
Já me disseram na aula de literatura: só me interessa o que não é meu, lei do antropófago e eticétera.
Agente já apreneu a comer e o poeta carioca diz antes o choque: pra você que não despareceu em 1968 só por que não era nascido.
Nascemos vomitando, lá pelos 1980... Regurgitofagia parece ser uma idéia sem acento que eu gosto de copiar.
A palavra 171, não cabe mais só no código penal:
E não optamos pela tradição. Nem pela revolução. Nem como fenômeno astrológico nem marxista. Nem como fenômeno histórico nacional.
De toda forma, o movimento pós hippie, pós blank generation, futuro do no future, mas que não é nem EMO e nem cosplay (porque afinal de contas temos quase trinta anos). Somos resto de tudo isso, Pollyana pomba de Woodstock histero histriônica que chora excessivamente. Hey ho let´s go. What else should I be? All apologies..., como diria o simplório experiente que usava camisa de flanela e uma bala na cabeça lá pelos 1994.
Somos atores de Teatro, qué os puedo decir... what can I say? Em Belo Horizonte, onde a vanguarda ainda pertence a Lô Borges e companhia (nada contra). Não somos de direita, pode-se conluir.
Art. 171 Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento.
Não. Quem somos nós para querer o prejuízo alheio. Sou apenas um homem de teatro. Louis Jouvet vive em nós e toma chá com Brecht, Raul Seixas e Nossa Senhora.
Se ser marginal era ser herói... Em tempos em que as folhas em branco são folhas escritas recicladas, misturadas e coalhadas. Jorge Mautner dizia:
Ironia
É o cinismo dos sábios
Não tem conteúdo preciso
É preciso realçar a sensualidade geral.
Evoé, Sarava, All you need is love, bem unidos façamos nesta luta (final?) por um mundo sem amos. A internacional.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
hippie...
América, turbilhão, colcha de retalhos, luzes, ângulos inclinados, areias quentes, abacaxis melancias ananás, chuvas súbitas tropicais, matas verdes e muito sexo, Eros no batuque, na paisagem, calor negro, índio, eletricidade, cidades amontoadas e jogadas, cuspidas do trabalho fáustico de imigrantes-aventureiros-escravos, planícies de surpresas e brotes repentinos de culturas fosforescentes, carnaval, futebol, suor, cacau, petróleo-matéria-plástica mas tudo isso amontoado com uma brutalidade inocente, porque direta, tão distante do refinamento da crueldade européia! O sôco, a porrada, a amazônica capacidade de mentir, fantasias cósmicas, agilidade, o dengue, bem, legados superiores da raça negra, , um tom próprio, muito próprio, malícias de mil tribos e trejeitos, uma espantosa velocidade, até mesmo às vezes no radicalismo da preguiça como movimento cósmico de desencadear maiores velocidades da mente através do não agir, ironia como sabedoria básica, aventura, na mata, nas cidades, nos aglomerados, entre cipós e arranha-céus, bandoleiros, dançarinas, sensuais criaturas pagãs,o olho sempre à procura da chave de cada enigma que se abre em dois, mil olhos se espiando na selva, coqueiros e palmeiras se beijando com beijo ao som de uma rumba-samba-rock. E com uma ua de mel hollywoodiana mas já montada em um filme underground de gay hip américa.E estradas, sempre muitos e muitos quilômetros, é grande todo continente, com pássaros e animais de todos os tipos, os que inventam culturas sem o saber em velocidade atômica se subdividem em muitos países, clãs mas há um tom de caos geral, de caos fabricador de coisas incríveis, estradas desconhecidas cheias de prazer, a magia da música negra, como produto superior de todo esse caos, a participação efervescente dos corações apesar das grandes angústias, uma dança geral, frenesi, muitas possibilidades, potenciais, , dimensões do fantástico, território muito novo, América portuguesa negra, América inglesa negra, América espanhola índia, em todas as esquinas o grilo, aqui em baixo a barra é mais pesada, mas o entusiasmo, a audácia, as cores, a inclinação rítmica, Acabou chorare, trombetas e cantos, que américa mais cantadora e dançarina! Cantando até sua tragédia de labirinto um jogo de sensualidade e prazer. Evoé verão!! Colocaram a tecnologia em cima de um campo bárbaro e cheio de movimento, a televisão unificou como imagem absurdos antropológicas e antropofagias disfarçadas, somos a barra pesada e dançamos frenesi, de certo modo macacos invejado (o eropeu Mick Jager sonha em ser macaco), xaxados, cocos, baiãos, sambas, rocks, soul, blues, como pipocas brotando de um imenso robot perdido por entre cipós, emaranhados de edifícios de amianto brilhando contra um céu onde se confundem piscando satélites foguetes e vaga lumes como a estrela Dálva. (MAUTNER Jorge. Os fundamentos do kaos. Nova Stella, 1985. p.37-38)
domingo, 18 de janeiro de 2009
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
oh she´s so good
Here she comesWalkin down the streetHere she comesComin through my doorHere she comesCrawlin up my stairHere she comesWaltzin through the hallIn a pretty red dressAnd oh, she looks so good, oh, she looks so fineAnd I got this crazy feeling that Im gonna ah-ah make her mine
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Silvia e os Outsiders em: Deixem meu baixo na privada.
Manifesto, carta suicídio, canção bandeirosa irracional nº 7
“Silvia e os outsiders”, "nothing special baby”, "vai estar tudo no meu videotape”. ou
" Jesus died for someboy sins but not mine" " people say beweare, but I don´t care"
“Silvia e os outsiders”, "nothing special baby”, "vai estar tudo no meu videotape”. ou
" Jesus died for someboy sins but not mine" " people say beweare, but I don´t care"
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Pseudo-escritora vai ao psiquiatra
Na sala de espera ela fuma na janelinha enquanto a secretária não chama. Mentira que não existia secretária. Só um sofá e uma música ambiente Guarani FM.
Ensaiava o monólogo... Bom. Eu sei que sou muito adulta pra sofrer de hiperatividade. Mas eu não me concentro. Não paro num livro só. E o problema é que eu sou escritora. Mentira eu não sou escritora. Mas algumas pessoas tem acreditado nisso. Na verdade eu não passo e um subproduto da comunicação de massa. Da superficialidade. Sou só uma consequência sem trema. Da telenovela ao Google. Minhas referências vão de Odete Roithman a Wikipédia. Patético e sei. Não sou uma grande leitora entende? Meu corpo não deixa. Se não gosto desisto, se gosto muito, minha leitura é interrompida por uma grande ansiedade, que me faz caminhar pelos cómodos da casa e fumar um cigarro pra dar conta de retomar a leitura. Sabe como é isso? Já se sentiu assim lendo uma coisa muito boa? Quantos anos você tem? Eu devia te chamar de senhor? Pois é, não aprendi isso direito. Minha geração tem esse problema.
Enfim, preciso me concentrar, entende? Como posso ser escritora se não leio ininterruptamente? Foi assim que e aprendi. Quem escreve tem que ler muito. Se não, não dá certo. Sofro esse deficit de atenção desde pequena. A televisão sempre me atraiu. E agora tem Google e YouTube. Sabe como é? Uma coisa puxa outra... veja também (dois pontos), vídeos relacionados (dois pontos)...
Não consigo ler muitas coisas até o fim. Eu sou uma fraude? Foi uma pergunta retórica. Sim eu fumo... Sim eu bebo... Tomo muito café. Penso comigo que não devia ter dito isso ao doutor... Será que posso ter TDA com Hiperatividade na minha idade? Não é assim que se diz? Transtorno de Deficit de Atenção? O que indicaria você nesses casos? Por favor me receite ritalina porfavormereceiteritalina, penso comigo... Sabe, não quero ser curada de nada, só quero focar. Focar como um escritor romântico. Não. Romântico não. Focar como um modernista da segunda fase. Drummond. Um homem inteligente e ensimesmado. Intelectual e triste. Focado. Estou enganada?
Droga. Ele não vai me receitar ritalina. Tenho tendência ao vício. Virei uma caveira ano passado por causa das anfetaminas que tomei. Mas escrevi. Ô como escrevi. Claro que tudo que escrevo é uma colagem de informações, fragmentado e tudo. Sou só mais uma médium pós-moderna e laica psicografando Internet, televisão e resquícios de rock da adolescência... sei lá...
Marina?...
O médico me chamou. Entrei. Ele tinha um quadro da Família Adams na parede. Achei graça. Fiquei olhando pro quadro. Ele estranhou. "Tá torto?" Ele me perguntou... Tá me testando ou você é louco?... Gostei do cara. Mas ele não me receitou ritalina. Claro que não...
Enfim, Ritalina conseguida de maneira lícita não vai dar certo mesmo. Quem sabe eu não peço fluoxetina, já que estou aqui. Citalopram, foi o que ele me receitou. Me deu várias caixas de amostra grátis. Nunca tomei. Merda. Que quero eu com as drogas? Quero focar. Quero focar.
Ensaiava o monólogo... Bom. Eu sei que sou muito adulta pra sofrer de hiperatividade. Mas eu não me concentro. Não paro num livro só. E o problema é que eu sou escritora. Mentira eu não sou escritora. Mas algumas pessoas tem acreditado nisso. Na verdade eu não passo e um subproduto da comunicação de massa. Da superficialidade. Sou só uma consequência sem trema. Da telenovela ao Google. Minhas referências vão de Odete Roithman a Wikipédia. Patético e sei. Não sou uma grande leitora entende? Meu corpo não deixa. Se não gosto desisto, se gosto muito, minha leitura é interrompida por uma grande ansiedade, que me faz caminhar pelos cómodos da casa e fumar um cigarro pra dar conta de retomar a leitura. Sabe como é isso? Já se sentiu assim lendo uma coisa muito boa? Quantos anos você tem? Eu devia te chamar de senhor? Pois é, não aprendi isso direito. Minha geração tem esse problema.
Enfim, preciso me concentrar, entende? Como posso ser escritora se não leio ininterruptamente? Foi assim que e aprendi. Quem escreve tem que ler muito. Se não, não dá certo. Sofro esse deficit de atenção desde pequena. A televisão sempre me atraiu. E agora tem Google e YouTube. Sabe como é? Uma coisa puxa outra... veja também (dois pontos), vídeos relacionados (dois pontos)...
Não consigo ler muitas coisas até o fim. Eu sou uma fraude? Foi uma pergunta retórica. Sim eu fumo... Sim eu bebo... Tomo muito café. Penso comigo que não devia ter dito isso ao doutor... Será que posso ter TDA com Hiperatividade na minha idade? Não é assim que se diz? Transtorno de Deficit de Atenção? O que indicaria você nesses casos? Por favor me receite ritalina porfavormereceiteritalina, penso comigo... Sabe, não quero ser curada de nada, só quero focar. Focar como um escritor romântico. Não. Romântico não. Focar como um modernista da segunda fase. Drummond. Um homem inteligente e ensimesmado. Intelectual e triste. Focado. Estou enganada?
Droga. Ele não vai me receitar ritalina. Tenho tendência ao vício. Virei uma caveira ano passado por causa das anfetaminas que tomei. Mas escrevi. Ô como escrevi. Claro que tudo que escrevo é uma colagem de informações, fragmentado e tudo. Sou só mais uma médium pós-moderna e laica psicografando Internet, televisão e resquícios de rock da adolescência... sei lá...
Marina?...
O médico me chamou. Entrei. Ele tinha um quadro da Família Adams na parede. Achei graça. Fiquei olhando pro quadro. Ele estranhou. "Tá torto?" Ele me perguntou... Tá me testando ou você é louco?... Gostei do cara. Mas ele não me receitou ritalina. Claro que não...
Enfim, Ritalina conseguida de maneira lícita não vai dar certo mesmo. Quem sabe eu não peço fluoxetina, já que estou aqui. Citalopram, foi o que ele me receitou. Me deu várias caixas de amostra grátis. Nunca tomei. Merda. Que quero eu com as drogas? Quero focar. Quero focar.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Manifesto A- Contemporâneo e Pré-Histórico
Por Junia Pereira, Marina Arthuzzi, João Marcos Dadico, Patrícia Diniz. Eu não tava presente, porque tava escrevendo essa bosta aqui de baixo, em casa. Viva a escrita coletiva!!!
MANIFESTO A-CONTEMPORÂNEO E PRÉ-HISTÓRICO
CONTRA A EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES!
PELOS DINOSSAUROS!
PELO CHICO BUARQUE DE PEDRO PAULO CAVA!
PELA GIRAFA DE PESCOÇO CURTO!
PELO SHAKESPEARE DE MARCOS VOGUEL DANDO UM BASTA NA GERAÇÃO ESPONTÂNEA E NA TETA EXPOSTA IMPOSTA À WILMA HENRIQUES!
PELA WILMA HENRIQUES!
PELO CANINO CANINO!
PELA TRAGÉDIA GREGA DE ÍTALO MUDADO!
COM TÚNICA E TOGA!
PELA ZEBRA SEM LISTRA!
PELO SUBTEXTO DE HELVÉCIO GUIMARÃES!
PELA SAFRA DE UÍSQUE DA FAMÍLIA REAL!
PELA ENCENAÇÃO DA PAIXÃO DE CRISTO!
PELOS CHIMPANZÉS COM RABO!
PELO TREMA!
PELA ANÁGUA DE MACABÉA!
PELA ECHÁRPE DE DOCIMAR MOREIRA!
AOS LEÕES SELVAGENS QUE QUASE NÃO TEM JUBA
QUE BRIGAM COMO MULHERES
ARRANCANDO-SE OS CABELOS
E QUE TERIAM O MAIOR DESPREZO SE UM DIA OS VISSEM,
PELOS LEÕES DE ZOO E DE CIRCO
A QUEM ACUSARIAM DE USAR PERUCA.
ALIÁS, MAGNÍFICAS PERUCAS À LUÍS XIV.
E viva a familia irônica da Plombagina.
MANIFESTO A-CONTEMPORÂNEO E PRÉ-HISTÓRICO
CONTRA A EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES!
PELOS DINOSSAUROS!
PELO CHICO BUARQUE DE PEDRO PAULO CAVA!
PELA GIRAFA DE PESCOÇO CURTO!
PELO SHAKESPEARE DE MARCOS VOGUEL DANDO UM BASTA NA GERAÇÃO ESPONTÂNEA E NA TETA EXPOSTA IMPOSTA À WILMA HENRIQUES!
PELA WILMA HENRIQUES!
PELO CANINO CANINO!
PELA TRAGÉDIA GREGA DE ÍTALO MUDADO!
COM TÚNICA E TOGA!
PELA ZEBRA SEM LISTRA!
PELO SUBTEXTO DE HELVÉCIO GUIMARÃES!
PELA SAFRA DE UÍSQUE DA FAMÍLIA REAL!
PELA ENCENAÇÃO DA PAIXÃO DE CRISTO!
PELOS CHIMPANZÉS COM RABO!
PELO TREMA!
PELA ANÁGUA DE MACABÉA!
PELA ECHÁRPE DE DOCIMAR MOREIRA!
AOS LEÕES SELVAGENS QUE QUASE NÃO TEM JUBA
QUE BRIGAM COMO MULHERES
ARRANCANDO-SE OS CABELOS
E QUE TERIAM O MAIOR DESPREZO SE UM DIA OS VISSEM,
PELOS LEÕES DE ZOO E DE CIRCO
A QUEM ACUSARIAM DE USAR PERUCA.
ALIÁS, MAGNÍFICAS PERUCAS À LUÍS XIV.
E viva a familia irônica da Plombagina.
Silvia e os Outsiders, ou canção bandeirosa irracional n° 5: Conto Premiado
Falo na língua de um simplório experiente que obviamente não passa de uma Pollyana pomba de woodstock histero-histriônica que chora excessivamente.
Isso se passa num bar dentro da minha cabeça e, plagiando Leminski, um grama depois, porque sem isso eu não sou articulada e estaria chorando. E só.
Meus amigos:
Não. Meu corpo não é o mesmo. E minha buceta fala. Não que ela seja minha cabeça de baixo, como é costume se dizer do sexo oposto. Mas ela fala. E é mal resolvida. E aí? Arre com todos os bem resolvidos de perto de mim. (arre: do Ár. arrih, grito para estimular os camelos. interj.,expressão para incitar as bestas a caminhar.)
Visto a camisa. Não tenho escolha.
Sabe Chaplin? Tempos Modernos: ele pega uma bandeira vermelha que caiu de um caminhão no chão. Acena com a mesma para o caminhão. Acena. Acena. Surge por de trás dele uma imensa passeata com cartazes com dizeres como “ Liberty” e etc. Carlitos é preso como líder comunista. Isso é dar bandeira bilu... Isso é dar bandeira.
Ah! Não sei... Foi só uma projeção.
27 anos de hystera, bilu... 27 ou 28? Enfim: retorno de saturno. Lua em leão. Transtorno histriônico de personalidade. Como Cruela Devil e Norma Desmond.
Atriz.
Com ataque de diva. Eu que não sou ninguém, sem nenhum milhão no banco, nenhum sucesso de bilheteria e sofro sem nenhum milhão de cópias vendidas... Com doenças de astro de Rock.
Tercermundista ou subdesenvolvida, já num dá mais pra ser hippie, agora que tem AIDS e Fórum Social Mundial, fumar maconha é um ato capitalista mantenedor do status quo. Mas eu nem gosto de maconha.
Eu poderia ser adepta de slow food. Mas num dá pra ser vegan, freegan ou straith edge.
Pro inferno todos os Emos e deixem-me em paz com minha depressão. Minha tristeza é de outra época. Minha tristeza é anterior ao Prozac. Minha tristeza é oitocentista.
Rainha Vitória vive em mim e toma chá com Nossassinhora. Nasci emancipada. Mas a culpa é a mesma da minha bisavó. Aquela, que tem o mesmo tônus e os mesmos olhos fundos que eu tenho. Só que ela teve cinco filhos e morreu aos 23 com cara de muito mais velha que eu. Eu tenho 27, não tenho filhos e tenho as mãos suaves. Poucos calos.
Tenho idade pra morrer se eu fosse astro de Rock, Kurt, Jim, Jimmy, Janis, Briam...
Mas não sou, apesar de ser patologicamente como um.
Meus amigos:
All apologies. Kurt Cobain era um egocêntrico deprimido e eu também. Mas apesar disso, ainda me sinto filha de Drummond, por tanto coração de pomba que cresce dez metros e explode. E dizem que ser gauche na vida é coisa pra homem. Estou procurando...procurando. Axé, Axé, Odara. Quando poso nua na aula de modelo eu não fico de pau duro. Amem. E a conta. No estoy curada, pero que bonita chica.
Isso se passa num bar dentro da minha cabeça e, plagiando Leminski, um grama depois, porque sem isso eu não sou articulada e estaria chorando. E só.
Meus amigos:
Não. Meu corpo não é o mesmo. E minha buceta fala. Não que ela seja minha cabeça de baixo, como é costume se dizer do sexo oposto. Mas ela fala. E é mal resolvida. E aí? Arre com todos os bem resolvidos de perto de mim. (arre: do Ár. arrih, grito para estimular os camelos. interj.,expressão para incitar as bestas a caminhar.)
Visto a camisa. Não tenho escolha.
Sabe Chaplin? Tempos Modernos: ele pega uma bandeira vermelha que caiu de um caminhão no chão. Acena com a mesma para o caminhão. Acena. Acena. Surge por de trás dele uma imensa passeata com cartazes com dizeres como “ Liberty” e etc. Carlitos é preso como líder comunista. Isso é dar bandeira bilu... Isso é dar bandeira.
Ah! Não sei... Foi só uma projeção.
27 anos de hystera, bilu... 27 ou 28? Enfim: retorno de saturno. Lua em leão. Transtorno histriônico de personalidade. Como Cruela Devil e Norma Desmond.
Atriz.
Com ataque de diva. Eu que não sou ninguém, sem nenhum milhão no banco, nenhum sucesso de bilheteria e sofro sem nenhum milhão de cópias vendidas... Com doenças de astro de Rock.
Tercermundista ou subdesenvolvida, já num dá mais pra ser hippie, agora que tem AIDS e Fórum Social Mundial, fumar maconha é um ato capitalista mantenedor do status quo. Mas eu nem gosto de maconha.
Eu poderia ser adepta de slow food. Mas num dá pra ser vegan, freegan ou straith edge.
Pro inferno todos os Emos e deixem-me em paz com minha depressão. Minha tristeza é de outra época. Minha tristeza é anterior ao Prozac. Minha tristeza é oitocentista.
Rainha Vitória vive em mim e toma chá com Nossassinhora. Nasci emancipada. Mas a culpa é a mesma da minha bisavó. Aquela, que tem o mesmo tônus e os mesmos olhos fundos que eu tenho. Só que ela teve cinco filhos e morreu aos 23 com cara de muito mais velha que eu. Eu tenho 27, não tenho filhos e tenho as mãos suaves. Poucos calos.
Tenho idade pra morrer se eu fosse astro de Rock, Kurt, Jim, Jimmy, Janis, Briam...
Mas não sou, apesar de ser patologicamente como um.
Meus amigos:
All apologies. Kurt Cobain era um egocêntrico deprimido e eu também. Mas apesar disso, ainda me sinto filha de Drummond, por tanto coração de pomba que cresce dez metros e explode. E dizem que ser gauche na vida é coisa pra homem. Estou procurando...procurando. Axé, Axé, Odara. Quando poso nua na aula de modelo eu não fico de pau duro. Amem. E a conta. No estoy curada, pero que bonita chica.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
domingo, 17 de agosto de 2008
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Gazpacho!!!!
Pepino
cebolla
ajo
tomate
pan duro
aceite
vinagre y sal.
El secreto esta en mezclarlo bien. A Ivan le encanta como lo hago.
cebolla
ajo
tomate
pan duro
aceite
vinagre y sal.
El secreto esta en mezclarlo bien. A Ivan le encanta como lo hago.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
segunda-feira, 30 de junho de 2008
quarta-feira, 18 de junho de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
Veinte siete años de hysteram...
LAS HISTERICAS
Las histéricas somos lo máximo...
las histéricas somos lo máximo...
extraviadas, voyeristas, seductoras compulsivas,
finas divas arrojadas al diván de Freud.. y de Lacan.
¡Ay, Segismundo, cuanta vanidad!
Infantiloide malsano, el orgasmo clitoriano.
¡Ay, Segismundo, cuanta vaginalidad!
El orgasmo clitoriano, se te escapa de la mano.
¡Ay, Segismundo! De tan macho, ya no encajas.
No me digas que el placer es pura paja.
Por lo demás, correspondo a tus teorías:
estoy llena de manías, sueños, fobias y obsesiones;
sólo tu envidia del pene y el diván de tus eunucos
administra mis pulsiones compulsivas.
¡Cómo me duele este mundo, Segismundo!
La parálisis, la envidia, la neurosis nos gobierna...
¡Cómo me duelen los pobres, cómo jode la miseria!
Ora sí que lo de menos es la histeria.
Las histéricas somos lo máximo...
las histéricas somos lo máximo...
solidarias, fabulosas, planetarias, amorosas,
superegos moderados, cunnilingus para todas a placer.
¡Ay, Segismundo, cuanta vanidad!
Infantiloide malsano, el orgasmo clitoriano.
¡Ay, Segismundo, cuánta vaginalidad!
El orgasmo clitoriano, se te escapa de la mano.
¡Ay, Segismundo! De tan macho, ya no sé
si poner punto final o...ponerle “punto G”.
Autora: Liliana Felipe
Las histéricas somos lo máximo...
las histéricas somos lo máximo...
extraviadas, voyeristas, seductoras compulsivas,
finas divas arrojadas al diván de Freud.. y de Lacan.
¡Ay, Segismundo, cuanta vanidad!
Infantiloide malsano, el orgasmo clitoriano.
¡Ay, Segismundo, cuanta vaginalidad!
El orgasmo clitoriano, se te escapa de la mano.
¡Ay, Segismundo! De tan macho, ya no encajas.
No me digas que el placer es pura paja.
Por lo demás, correspondo a tus teorías:
estoy llena de manías, sueños, fobias y obsesiones;
sólo tu envidia del pene y el diván de tus eunucos
administra mis pulsiones compulsivas.
¡Cómo me duele este mundo, Segismundo!
La parálisis, la envidia, la neurosis nos gobierna...
¡Cómo me duelen los pobres, cómo jode la miseria!
Ora sí que lo de menos es la histeria.
Las histéricas somos lo máximo...
las histéricas somos lo máximo...
solidarias, fabulosas, planetarias, amorosas,
superegos moderados, cunnilingus para todas a placer.
¡Ay, Segismundo, cuanta vanidad!
Infantiloide malsano, el orgasmo clitoriano.
¡Ay, Segismundo, cuánta vaginalidad!
El orgasmo clitoriano, se te escapa de la mano.
¡Ay, Segismundo! De tan macho, ya no sé
si poner punto final o...ponerle “punto G”.
Autora: Liliana Felipe
terça-feira, 6 de maio de 2008
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Faltou Wilma Henriques...
Mulher despeitada
Que tenho eu de Carmen Miranda?
Carlota de nós não quis nem o pó.
Seu bisneto, que fora nosso imperador em outros tempos, se foi com a proclamação da republica daqui. Foi viver na França.
Reza a lenda que seu desejo era ser enterrado em solo brasileiro, mas como estava banido lhe enviaram um barril de terra para que fosse enterrado com ela.
Mas agora ele está aqui.
Viva Getúlio Vargas!
Mulher sem bunda!
que tenho eu de Roberta Close, Xuxa ou Leila Diniz?
Pagu, Tarcilla ou Sonia Braga?
Estou gravida de Luis Carlos Prestes.
Mulher desdentada.
Marquesa de Santos e Dona Beja, a Moreninha, Gabriela Cravo e Canela.
Ana Terra.
Iracema.
Ceci.
Gal Costa, Bethânia e Rita Lee.
Que Gisele Buinchen tem de mim, Carla Perez e Sandy. Hebe Camargo. Xica da Silva e Marilia Pêra.
Irmã Dulce, mãe minininha do Cantuá, Dona Canô e Clarice Lispector. Gretchen e Hilda Hilst. Rita Cadilac, Marlene Matos e Eva Wilma. Heleninha Roitman e Nana Caymi, Engraçadinha, Glorinha. Vó Nenzinha, Vó Neuza e Candide. Maria Maria é o dom é uma certa magia é uma força que nos alerta... Wusirlaine Maciel Araújo. Olha que coisa mais linda mais cheia de graça, a loira do Bonfim, Ana Cristina Cezar, a mulher de branco e Bety Faria, Dilma Roussef a caminho do mar...
Ay Ay.
Reza a lenda que.
Que tenho eu de Carmen Miranda?
Carlota de nós não quis nem o pó.
Seu bisneto, que fora nosso imperador em outros tempos, se foi com a proclamação da republica daqui. Foi viver na França.
Reza a lenda que seu desejo era ser enterrado em solo brasileiro, mas como estava banido lhe enviaram um barril de terra para que fosse enterrado com ela.
Mas agora ele está aqui.
Viva Getúlio Vargas!
Mulher sem bunda!
que tenho eu de Roberta Close, Xuxa ou Leila Diniz?
Pagu, Tarcilla ou Sonia Braga?
Estou gravida de Luis Carlos Prestes.
Mulher desdentada.
Marquesa de Santos e Dona Beja, a Moreninha, Gabriela Cravo e Canela.
Ana Terra.
Iracema.
Ceci.
Gal Costa, Bethânia e Rita Lee.
Que Gisele Buinchen tem de mim, Carla Perez e Sandy. Hebe Camargo. Xica da Silva e Marilia Pêra.
Irmã Dulce, mãe minininha do Cantuá, Dona Canô e Clarice Lispector. Gretchen e Hilda Hilst. Rita Cadilac, Marlene Matos e Eva Wilma. Heleninha Roitman e Nana Caymi, Engraçadinha, Glorinha. Vó Nenzinha, Vó Neuza e Candide. Maria Maria é o dom é uma certa magia é uma força que nos alerta... Wusirlaine Maciel Araújo. Olha que coisa mais linda mais cheia de graça, a loira do Bonfim, Ana Cristina Cezar, a mulher de branco e Bety Faria, Dilma Roussef a caminho do mar...
Ay Ay.
Reza a lenda que.
sexta-feira, 14 de março de 2008
canção bandeirosa irracional nº...
Se um dia eu me matar
Jogando o secador elétrico na banheira
Pulando no fosso do metrô
Me jogando do alto do Acaiaca e caindo
Em pleno cruzamento, estatelada
Cortando os pulsos
Tomando veneno mortal
Empurrando a arcada superior pra cima
E a inferior pra baixo
Assim...
Seria cômico.
Sabe como é
Existe uma bigorna que amarrei no teto
Amarrada por uma corda
Que vai sendo queimada por uma vela
que aos poucos vai desfazendo-a enquanto
Saboreio os ultimos momentos de minha vida cruel
Antes,
Que o pedaço de aço maciço comprima minha cabeça contra mim mesma
O vento que entra da minha janela
Sempre escancarada
vai apagar a vela inumeras vezes
talvez a campainha toque
e eu corra esperançosa pra abrir
e é nesse momento que a bigorna cai
atravessa o chão de meu apartamento
e mata a velhinha do andar de baixo
remember to let her under your skin then you´ll begin to make it better
better better better better betteraaaaaaaaaaaaaaaaahuuuuhaaahhhhhhná...nanananananáhhhhhhh
é. é que sou filha de Drummond.
Jogando o secador elétrico na banheira
Pulando no fosso do metrô
Me jogando do alto do Acaiaca e caindo
Em pleno cruzamento, estatelada
Cortando os pulsos
Tomando veneno mortal
Empurrando a arcada superior pra cima
E a inferior pra baixo
Assim...
Seria cômico.
Sabe como é
Existe uma bigorna que amarrei no teto
Amarrada por uma corda
Que vai sendo queimada por uma vela
que aos poucos vai desfazendo-a enquanto
Saboreio os ultimos momentos de minha vida cruel
Antes,
Que o pedaço de aço maciço comprima minha cabeça contra mim mesma
O vento que entra da minha janela
Sempre escancarada
vai apagar a vela inumeras vezes
talvez a campainha toque
e eu corra esperançosa pra abrir
e é nesse momento que a bigorna cai
atravessa o chão de meu apartamento
e mata a velhinha do andar de baixo
remember to let her under your skin then you´ll begin to make it better
better better better better betteraaaaaaaaaaaaaaaaahuuuuhaaahhhhhhná...nanananananáhhhhhhh
é. é que sou filha de Drummond.
quinta-feira, 13 de março de 2008
mujer soy del siglo XX?
Assinar:
Postagens (Atom)







